Fica decretado!
É proibido morrer sem ter ido ao MONOBLOCO
isso sim é uma manifestação de Deus, passaporte para o paraíso ou para o Inferno, dependendo da concepção de cada um rs
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Ia dar um pulinho na praia, e nesse ia acabei não fondo. O ônibus do metro demorou meia hora pra sair da Teodoro da Silva pq não podia ultrapassar o 438 e eu tive que fingir que entendi sem saber o que eu, que paguei 3,60, tenho a ver com esses códigos dos motoristas. Caraiiiio= ) Paro na entrada do metro 2:40 pelo andar da carroagem chegaria em Ipanema as 3;30 encontraria o pessoal 3:45 e sairia da praia 5 hrs Para estar na cidade do samba a tempo e depois do ensaio da ala ensaio do monobloco... é não fazia muito sentido sem um bom teletransporte. A dor é inevitável mas o sofrimento é opcional...Aqui estou eu postanto ou invés de estar tostando.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Top top
O mês tá acabando e aqui vai a colocação das peça que vi em janeiro
8- Macbeth(estreia)-com Renata Sorah e Daniel Dantas _
dir Aderbal F. Filho (Ruimmm de concordar com a B. Heliodora)
7-ecos da inquisição- dir Moacyr Chavez
6- Palavra de mulher-com Eduarda fadini
5-HairSpray-com aquela galera lá da globo ( É, dá pra entreter)
4- Dona flor e seus dois maridos(reestreia)- com Marcelo Faria, Duda Ribeiro e Fernanda Paes Leme ( que por sinal é engolida por todos os outros atores)_
dir Pedro Vasconcelos
3- A tartaruga de Darwin(reestreia)- com Cristina Pereira, Paulo Betti, Vera Fajardo; Rafael Ponzi ( a Cristina arrazaaaa!!!_ dir Paulo Betti
2- Eu te amo mesmo assim...(estreia)- com Laila Garin e Osvaldo Mil ( Eles cantam muito bem) dir João Sanches
1- Agreste Malvorosa
Texto premiado de Newton Moreno ganha montagem assinada por Stephane Brodt e Ana Teixeira, diretores da Cia Amok Teatro
com Rita Elmôr e Millene Ramalho ( sem comentários, vejam!)
8- Macbeth(estreia)-com Renata Sorah e Daniel Dantas _
dir Aderbal F. Filho (Ruimmm de concordar com a B. Heliodora)
7-ecos da inquisição- dir Moacyr Chavez
6- Palavra de mulher-com Eduarda fadini
5-HairSpray-com aquela galera lá da globo ( É, dá pra entreter)
4- Dona flor e seus dois maridos(reestreia)- com Marcelo Faria, Duda Ribeiro e Fernanda Paes Leme ( que por sinal é engolida por todos os outros atores)_
dir Pedro Vasconcelos
3- A tartaruga de Darwin(reestreia)- com Cristina Pereira, Paulo Betti, Vera Fajardo; Rafael Ponzi ( a Cristina arrazaaaa!!!_ dir Paulo Betti
2- Eu te amo mesmo assim...(estreia)- com Laila Garin e Osvaldo Mil ( Eles cantam muito bem) dir João Sanches
1- Agreste Malvorosa
Texto premiado de Newton Moreno ganha montagem assinada por Stephane Brodt e Ana Teixeira, diretores da Cia Amok Teatro
com Rita Elmôr e Millene Ramalho ( sem comentários, vejam!)
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Deixe alguém tocar sua alma
não perca tempo pensando que é bom o suficiente para viver apenas com o que chamam de amor próprio
só é verdadeiramente nosso as coisas que conquistamos.
Saia de casa,
esteja disponível,
alguém precisa te encontrar pra dizer o quanto vc é especial
e vc precisa ouvir,,, pq é verdade.
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(1972)
(Marina Colasanti nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.)
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(1972)
(Marina Colasanti nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.)
JORGE LUIZ BORGES
“Tenho para mim que sou essencialmente um leitor. Como sabem, eu me aventurei na escrita; mas acho que o que li é muito mais importante que o que escrevi. Pois a pessoa lê o que gosta – porém não escreve o que gostaria de escrever, e sim o que é capaz de escrever.” (Em Esse Ofício do Verso – 6, O credo de um poeta)
“Tenho para mim que sou essencialmente um leitor. Como sabem, eu me aventurei na escrita; mas acho que o que li é muito mais importante que o que escrevi. Pois a pessoa lê o que gosta – porém não escreve o que gostaria de escrever, e sim o que é capaz de escrever.” (Em Esse Ofício do Verso – 6, O credo de um poeta)
nine
vi ontem a estreia do musical ''NINE''
deixa a desejar, o elenco é ótimo mas o enredo é um desperdício.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Estreia vip de macbeth 13-01-2010
Pra começar bem fiquei na primeira fileira, o espetáculo estava orgonizado quase como uma arena, na mesma fileira que eu, só pra vcs terem noção Sergio Britto, Angela Viera, e bem ao lado Emanuelle Araújo...isso não é tudo. Na fileira de tras Barbara Heliodora, Marieta Severo,Chico Dias,Glória Menezes,Paulo Betti,Zezé polessa e...meu professor de sociologia(que me reprovou, FDP. Ainda bem que ele não lê meu blog se não ia me reprovar de novo) Vcs devem estar se perguntando pq que eu estou perdendo meu tempo escrevendo sobre a platéia.Eu explico! É que a platéia foi a única coisa que me impressionou pq o espetáculo meus amigos deixou muito a desejar, e não falo só por mim, a sensação de desperdício de tempo e dinheiro (da eletrobrás,pq se eu tivesse pago pra ver teria ficado 9X9 vezes mais PUTA) era aparente. No fim, em meio aos aplausos não teve nem o tradicional ''uhullll)'' = ) ma vale a pena ler o programa da peça tá muito bem escrito,ou seja, na teoria é sempre mais fácil... ahi ahi Shakespeare só estava presente no texto. Espero de verdade que ao longo da temporada Baco faça uma visitinha aos atores. hihihih Pago pra ver a crítica de Barbara. Bárbara naum vai ser rsrsrs
ahh tinha pró seco de frutas vermelhas no coquetel rs isso foi legal!
ahh tinha pró seco de frutas vermelhas no coquetel rs isso foi legal!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
2:05 da madrugada, era pra eu estar com sono mas só estou com calor, nem inspiração eu tenho
Aqui na sala, o velho diário de anotações- Resumo da ópera- que por sinal já fez aniversário e uma vela acesa-é aromática e tem cheito de lavanda-Mamãe veio dormir comigo mas só ela conseguiu ou ainda está tentanto.Falamos agora a a pouco sobre muitas coisas até que cansamos de falar, não de ouvir. Tô até agora regogizando alguns assuntos.
Queria ter o dom de não pensar por alguns instantes...
E num é que tem um galo cantando?! Vila Isabel é mesmo um lugar estranho, vai ver é por isso que eu moro aqui-e gosto- rs
Não sei qual vontade é maior: de adormecer ou de amanhecer.Queria estar no topo de uma montanha vendo um pedaço do mundo descansar. Pensar que tem gente trabalhando uma hora dessas me dá uma certa agonia, mas se é trabalhando a noite que se consegue o pão de cada dia, então que a noite seja sagrada, que o ofício seja honrado e que possamos agradecer por isso. Até a vela já tá pegando no sono... aguente ai minha filha, faça companhia aos meus olhos! Vixiii me queimei com parafina!!! Isso não foi legal senhora vela.Só não reclamo mais pq é vc que esta morrendo e também já é tarde pra isso..ou seria cedo? Sei não, só sei que essa de dar razão ao tempo é uma grande ilusão social, uma mentira mesmo! Minha única maneira de saber quando devo parar é quando tenho sono e quem me conhece sabe que isso acontece de 4 em 4 hras, só que a 50 graus é mais difícil...bem mais.
Aqui na sala, o velho diário de anotações- Resumo da ópera- que por sinal já fez aniversário e uma vela acesa-é aromática e tem cheito de lavanda-Mamãe veio dormir comigo mas só ela conseguiu ou ainda está tentanto.Falamos agora a a pouco sobre muitas coisas até que cansamos de falar, não de ouvir. Tô até agora regogizando alguns assuntos.
Queria ter o dom de não pensar por alguns instantes...
E num é que tem um galo cantando?! Vila Isabel é mesmo um lugar estranho, vai ver é por isso que eu moro aqui-e gosto- rs
Não sei qual vontade é maior: de adormecer ou de amanhecer.Queria estar no topo de uma montanha vendo um pedaço do mundo descansar. Pensar que tem gente trabalhando uma hora dessas me dá uma certa agonia, mas se é trabalhando a noite que se consegue o pão de cada dia, então que a noite seja sagrada, que o ofício seja honrado e que possamos agradecer por isso. Até a vela já tá pegando no sono... aguente ai minha filha, faça companhia aos meus olhos! Vixiii me queimei com parafina!!! Isso não foi legal senhora vela.Só não reclamo mais pq é vc que esta morrendo e também já é tarde pra isso..ou seria cedo? Sei não, só sei que essa de dar razão ao tempo é uma grande ilusão social, uma mentira mesmo! Minha única maneira de saber quando devo parar é quando tenho sono e quem me conhece sabe que isso acontece de 4 em 4 hras, só que a 50 graus é mais difícil...bem mais.
sábado, 9 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Aquelas perguntinhas.
-Minha pretensão não é chegar, mas partir...partir sempere
Desde quando vc começou a gostar de destilado?
-Eu gosto deste lado, daquele outro, de outros e mais outros...
Por que vc precisa beber?
-pra me derramar...entende?!
Desde quando vc começou a gostar de destilado?
-Eu gosto deste lado, daquele outro, de outros e mais outros...
Por que vc precisa beber?
-pra me derramar...entende?!
Um dos documentos básicos das Nações Unidas, assinado em 1948, é a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nela estão contidos os direitos que todos os seres humanos possuem, ou deveriam possuir. Acredito ser essa uma das provas concretas de que vivemos em uma era onde mais do que nunca toda declaração que diz respeito aos costumes de uma sociedade precisa ser feita através da escrita documentada, validada por um órgão internacional que tenha credibilidade, pois a palavra por si só não vale absolutamente nada. O ideal seria que somente ela fosse a garantia de autenticidade, no entanto, é utópico demais considerar uma hipótese ideal, se esta se trata de uma sociedade onde a palavra não prevalece, sobretudo, porque antes dela não existem atitudes capazes de sustentá-la. Sendo assim, um documento, qualquer que seja, pode representar apenas uma tentativa, uma busca pelo ato sem hábito.
São aproximadamente 61 anos de existência. Desde então, os avanços acontecem de forma lenta, como era de se esperar. O processo de adotar as normas da Declaração continua acontecendo nos níveis internacional e nacional. No entanto, seguem ocorrendo, em todos os países do mundo, lacunas flagrantes no que se refere à aplicação dos direitos humanos e não existe uma formal legal de punir aqueles que não cumprem os artigos.
São frequentes os abusos, a discriminação e a desigualdade, tendo em vista que surgiram novas formas de opressão e violência, devido a tantas disparidades econômicas e sociais.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um sonho de palavras bonitas e possíveis, ainda que venha a exigir de todos grandes esforços e resultados a longo prazo.Talvez seja esse seu verdadeiro mérito:representar antes de mais nada, a vontade de um grupo para a humanidade inteira.
Eliza Moreno
São aproximadamente 61 anos de existência. Desde então, os avanços acontecem de forma lenta, como era de se esperar. O processo de adotar as normas da Declaração continua acontecendo nos níveis internacional e nacional. No entanto, seguem ocorrendo, em todos os países do mundo, lacunas flagrantes no que se refere à aplicação dos direitos humanos e não existe uma formal legal de punir aqueles que não cumprem os artigos.
São frequentes os abusos, a discriminação e a desigualdade, tendo em vista que surgiram novas formas de opressão e violência, devido a tantas disparidades econômicas e sociais.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um sonho de palavras bonitas e possíveis, ainda que venha a exigir de todos grandes esforços e resultados a longo prazo.Talvez seja esse seu verdadeiro mérito:representar antes de mais nada, a vontade de um grupo para a humanidade inteira.
Eliza Moreno
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
(andando pela casa)
vantagem de morar sozinha-muito silêncio-
desvantagem_as vezes ele te engole_
ligo o rádio na esperança de uma música boa
até dos meus cds eu cansei
mania de querer ser surpreendida.
E quem sempre me surpreende é ele
dono do meu coração,definitivamente
Drummond
se eu leio esqueço de mim
e é bom me esquecer.
Agosto ( À gosto) Ahhhh Gosto!
vai parecer tudo errado
um começo estranho
talvez vc se sinta vazia
talvez se pergunte o que realmente quer e não encontre respostas
e numa cegueira completa, queira saber quem são seus verdadeiros amigos
se comparando com eles vai ver que mudaram, vai perceber que muita coisa mudou.
-a vida continua acontecendo ainda que vc não espere nada dela-
Ainda que vc não veja o caminho que está seguindo ele segue existindo a cada passo que vc dá
Não se preocupe tanto com o que pode ser
Dance do seu jeito
Aumente o volume
fique surda
Cega não
nunca!
Beije bocas erradas
mas beije
seja beijada
''todo ponto de vista é a vista de um ponto''
tenha vários
e não deixe que ninguém brinque com seu coração
atravesse pontes quebradas
mude de lugar,
Esqueça o passado
Vc precisou dele para ser quem é
mas é só do presente que vai precisar agora
tenha guardada a certeza de que nem vc sabe quem é a pessoa em quem está se transformando
mas que ela vai ser melhor pra todo mundo.
'' Quem faz sentido é soldado''
Pássaro Triste
Cantei para um pássaro no jardim
as tristezas de não saber voar.
Sabia apenas cantarolar os versos de meus irmãos poetas
-principalmente os vivos.
Mas o pássaro refugiando-se em suas asas,
deixou-se apanhar por uma melancolia profunda.
Não era hora de ouvir poesia!
Era hora de chorar.
Eu nunca tinha visto isso na vida:
Um pássaro deprimido em seu ninho,
sufocando-se em esgares de tristeza.
Não quis mais falar poesia,
Nem mesmo cantar!
Tomado pela compaixão,
atirei-me aos céus.
E hoje, a despeito do único pássaro que vi chorar,
sou o único homem que sabe voar.
-João Pedro Roriz-
Líras Dramáticas
as tristezas de não saber voar.
Sabia apenas cantarolar os versos de meus irmãos poetas
-principalmente os vivos.
Mas o pássaro refugiando-se em suas asas,
deixou-se apanhar por uma melancolia profunda.
Não era hora de ouvir poesia!
Era hora de chorar.
Eu nunca tinha visto isso na vida:
Um pássaro deprimido em seu ninho,
sufocando-se em esgares de tristeza.
Não quis mais falar poesia,
Nem mesmo cantar!
Tomado pela compaixão,
atirei-me aos céus.
E hoje, a despeito do único pássaro que vi chorar,
sou o único homem que sabe voar.
-João Pedro Roriz-
Líras Dramáticas
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