quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Saia da caverna.Desse cotidiano bobo,Dessa rotina pálida .Você só consegue ver as sombras de uma ilusão projetada pelos mitos que segue.Mitos capitais,finitos,mortais.Não reflete sobre nada que ultrapassa os própios interesses.Não fala  de nada que olhos precisam ouvir.Não foge do comum.Não ousa filosofar sobre as abóboras e me deixa tonta com tanta mesmice.



2 comentários:

Ralph Guichard disse...

Uns dizem que é abóbora / outros chamam de jerimum / buscam sempre para a refeição / mas não acham em lugar nenhum

Quando te peço o lápis de cor / não sei que nome chamar / Laranja seria o peculiar / Ou abóbora o mais correto?

Encerrando essa viagem / É assim que devemos ousar / Deixar de lado essa vertigem / E mostrar como é amar

Eliza Moreno disse...

uhullll o nosso forte é a rima rsrsrs